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Na Moral…

Ficaram pendentes algumas respostas!

Participação (ago/2012) de

Rosana, Maria, Ricardo e Marcelo no Programa “Na Moral”

Fizemos aqui uma breve coletânea de opiniões sobre temas apresentados no programa “Na Moral” e algumas das muitas perguntas que gostaríamos de ter respondido e não tivemos a oportunidade ou tempo.

  1. Pra vocês o que é traição?
    Traição é não cumprir o que se promete, tão importante quanto isso é não prometer o que não se pode cumprir. Para nós existe traição. O que não existe é a promessa de exclusividade sexual e afetiva.
    A mentira é um problemão, principalmente quando se trata de pessoas que amamos. É algo que não pode ser considerado banal.
    Fazemos coro com Regina Navarro Lins afirmando que variar de parceiro não quer dizer falta de amor ou infelicidade com o parceiro atual. O que você deve se perguntar é se sente-se amado e desejado em sua relação. O que seu parceiro faz quando não está com você, não deveria incomodá-lo.
    Se você não se sente amada(o) e desejada(o), sua relação já tem um problema, e pode acabar mesmo que não haja uma terceira pessoa envolvida.
  1. Vocês acreditam em fidelidade?
    O termo mais apropriado para nós é “lealdade”, esta é a base de uma Relação Livre.
    Fidelidade lembra-nos o aspecto de servidão.
  1. Para vocês o que é exatamente ser “livre”?
    Livre não é quem faz tudo o que quer, não há ninguém assim. Liberdade não é algo abstrato, liberdade é um processo de ruptura com uma opressão específica. Você liberta-se quando faz o que acha que deve fazer (ética), e não o que um padrão social opressor diz que você deveria ter feito. Nós nos libertamos do tabu da monogamia.
  1. A final, vocês são um casal ou não?
    Somos livres, não “SOMOS” um casal, mas podemos ou não “ESTAR” em casais (um, dois, três ou vários).
  1. O que vocês acham do caso do Mr. Catra?
    Igualdade de direitos é um valor inegociável para nós. O caso dele não tem nada a ver com o que vivemos.
  1. Não é muito radical ser contra o casamento se tem pessoas que são felizes assim?
    O casamento não é um casal apaixonado. O casamento monogâmico é uma instituição, uma normativa social que diz “NÃO PODERÁS TER MAIS DE UM PARCEIRO SEXUAL E/OU AFETIVO”. Somos contra esta imposição social.
    As pessoas podem ser felizes em pares, trios, vivendo em comunidades afetivas ou sozinha, mas sua felicidade não tem nada a ver com o contrato de exclusividade sexual do casamento.
    Existirem pessoas que são casadas e felizes não invalida a nossa opinião de que o casamento não corresponde as necessidades da vida afetiva e sexual.
  1. Mas aí ninguém passou dos 30 anos. Isso não seria apenas uma fase da juventude?
    Na nossa rede temos pessoas com idades que superam os 60 anos. Algumas tem vida não-monogâmica desde jovens, outras com 30, 40, 50 anos, nos procuram após sucessivos casamentos frustrados. Há em nossa rede casais que mantém Relações Livres que já duram mais de 15 anos e também solteiros buscando uma primeira RLi.
  1. Vocês se apaixonam?
    Claro que podemos nos apaixonar, isso não é problema para nós, os monogâmicos é que tem motivos para ter medo, porque para eles a paixão está associada a perda de liberdade ou ao fim de um outra relação consolidada. Nós nos apaixonamos e não descartamos as pessoas que já fazem parte de nossa vida por isso. Apenas não negociamos nossa liberdade individual com as pessoas com as quais já temos uma relação.
  1. Qual a diferença entre um RLi e um adúltero monogâmico?
    Nos diferenciamos pela necessidade de romper com a hipocrisia, muito mais do que pela capacidade de ter envolvimentos múltiplos. Não sentimos culpa ao ter uma outra relação paralela, nem começamos a procurar defeitos em nossos amores antigos por causa das novas paixões, tão pouco omitimos uma relação da outra.
  1. O que vocês acham do suingue?
    No casamento tradicional, o homem vai prá zona de prostituição e deixa a mulher em casa. O suingue é uma inovação no casamento, independente das contradições pessoais de cada casal. É uma opção válida para quem deseja manter o casamento e torná-lo mais divertido e um pouco mais igualitário.
  1. Então vocês topariam fazer um suingue?
    Sexo é caso de preferência pessoal, cada RLi tem sua resposta. Mas não temos preconceito com esta prática. A questão é se eles topariam, sabendo que somos livres e não estamos restritos ao esquema de casal.
  1. Vocês não tem medo de “perder” a pessoa amada?
    A insegurança e o medo não ajudam a manter uma relação. Qualquer relação pode acabar e isso é inevitável. Se meu parceiro não tem mais interesse em mim, o natural é que não continuemos juntos, não podemos (ou melhor, não devemos) obrigar ninguém a manter-se em uma relação que não deseja.
    “Se um dia ela não gostar mais de mim é por algo entre nós dois, não porque surgiu outra pessoa.”
    Um Rli não precisará escolher entre um parceiro e outro, poderá ficar com ambos, enquanto o interesse permanecer.
  1. E se você perdesse ela? (pergunta feita no programa pelo Hélio de La Penã)
    Qualquer pessoa sofre com o afastamento de alguém querido. Mas como amigos e parceiros, entendemos que cada indivíduo é dono de suas decisões. Como adulto e livre, respeitarei a decisão de outro adulto livre, com maturidade, mesmo que sinta falta daquela relação.
  1. Então vocês fazem sexo a três?
    Sexo é caso de preferencia pessoal, mas não existe tabu para nós quanto a isso. Não temos uma prática sexual indicada para os Rlis. Cada um faz o que desejar.
  1. Para ser um Rli é preciso ter sempre mais de um parceiro?
    Não contabilizamos números de parceiros. Cada indivíduo irá se envolver com quantas pessoas desejar/puder. O cerne de nossa vida é que somos livres, e uma pessoa pode ser livre com um, dois, três… ou nenhum parceiro.
  1. Você ama mais um de seus parceiros? Como os outros se sentem em relação a isso?
    Não vivemos na Poligamia Oriental, onde o marido tem que dividir igualmente seu tempo, amor e dinheiro com todas as esposas. Nós somos livres para organizar nosso nível de envolvimento com cada pessoa, com formas e profundidades distintas. Não “prometemos” igualdade afetiva e sexual, porque compreendemos que as pessoas e suas necessidades são diferentes.
    Podemos ter grandes amores com uns, “casinhos” com outros e amizades coloridas com outros e todos convivem bem com esta “disparidade”.
  1. E como fazem com o ciúme?
    O ciúme é o medo de perder a pessoa amada para outra pessoa/coisa. Normalmente o ciumento preocupa-se em não dividir (em menor ou maior grau), pois o parceiro pode interessar-se por algo/alguém e não retornar mais.
    Quando nos damos conta de que esta “troca” não existe, que o outro só irá terminar a relação se não houver mais interesse e que o convívio com outras pessoas inclusive melhora a relação, o ciúme entra em desuso, perde o sentido. Se eu só irei perder o parceiro quando ele não sentir interesse em mim, não tenho que preocupar-me com os outros.
    O ciúme é como uma roupa que não nos serve mais. Quando temos uma peça de roupa que não nos cabe, tiramos ela de nosso armário. Não ficamos guardando coisas que não servem mais para nossa vida.

Para nos conhecer melhor é imprescindível ler nossa página “ESSENCIAL“.

Além disso temos alguns textos que trabalham questões citadas no programa:

A função perversa dos contos de fadas

Prostituição: Minha opinião para debate.

Eu não quero seu namorado!!!

Variar é bom – Regina Navarro Lins

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O que é Relação sem Vínculo

É a pessoa que rompe sistematicamente a continuidade da relação quando percebe o envolvimento emocional manifesto em si ou no outro.

Dizemos que é uma alergia aguda a monogamia decorrente de experiências negativas como o ciúme, posse, brigas, traições, envolvimentos doentios, decepções, privação do espaço individual. Pode ser decorrente da observação desses conflitos em outras pessoas ou ainda na infância nas relações de adultos próximos a criança.

Estas pessoas em maior ou menor grau fazem uma associação consciente ou não, entre demonstrações de afeto, ou a paixão com as experiências negativas de privação de liberdade. Por isso rompem as relações antes de aprofundar laços, muitas vezes sem dialogar sobre o que de fato não querem: as cobranças associadas a paixão.

Encarrar o sexo com casualidade é uma parte importante de uma vida sexual rica e não a nada de mal em passar um período fazendo apenas sexo casual. Chamamos atenção para quando um trauma emocional, torna a  paixão um tabu, e a pessoa se priva da beleza de novas experiencias amorosas.

Algumas pessoas podem romper essa associação entre apego sentimental e as restrições da monogamia apenas lendo este texto, ou conversando maduramente sobre este tema. A falta de uma alternativa ao modelo tradicional faz com que muitos desacreditem em aprofundar seus vínculos. Há casos em que a pessoa sofre por esta conduta, tenta e não consegue superá-la. Talvez seja hora de buscar apoio.

Para nós, Relações Livres, desaparece completamente esta oposição entre vida de solteiro com sexo livre ou manter uma relação de envolvimento afetivo, que pode estender-se a longo prazo se ambos desejarem.

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A função perversa dos contos de fadas

Ao invés de desenvolver suas próprias capacidades, meninas aprendem a esperar pelo “homem salvador”

Regina Navarro Lins

 
 
 
Pat, engenheira de 34 anos, separada, chegou ao meu consultório e foi logo dizendo: “Não aguento mais ter que arranjar dinheiro para pagar as contas e resolver tudo na minha vida. Estou buscando um marido que me proteja, cuide de mim e me sustente. Minha filha, no seu aniversário de seis anos, pediu uma festa com o tema de Cinderela. Ela até se vestiu dessa forma. Assim é bom, porque ela já vai se acostumando com a ideia de que é importante procurar um homem bem diferente do pai dela, que não tem dinheiro. Quando ficar maior, mesmo que tenha uma profissão, espero que se case com alguém que a proteja e garanta seu sustento.”

Não tenho dúvidas de que os contos de fadas são prejudiciais às crianças. Mas será que pais e professores se dão conta disso? Será que percebem quais tipos de ideias estão passando para as crianças, subliminarmente, por meio desses contos? Cinderela, Branca de Neve, Bela Adormecida. Modelos de heroínas românticas, que, ao contrário do que se poderia imaginar, no que diz respeito ao amor, ainda são parecidas com muitas mulheres de hoje. Mas isso não é à toa.

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Neste dia, há 25 anos, morria

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Simone de Beauvoir:

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libertária, feminista e não monogâmica

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“Simone conhece o seu grande amor e parceiro até a morte: Jean Paul Sartre, que ao seu lado criou os alicerces para a filosofia do existencialismo.

A partir do encontro entre os dois, que culmina em uma paixão forte, Sartre e Beauvoir, ao invés de casar, propõem um pacto: ficariam juntos, mas em sua relação não existiria a monogamia e a mentira. Eles acreditavam que precisavam conhecer a fundo a alma da humanidade e que isso requer liberdade e verdade.

Aos 23 anos, Simone de Beauvoir é nomeada professora em Marseille e Sartre é nomeado para o Havre. O casal teria de se separar. Por conta disso, Sartre propõe o casamento para Simone, que recusa, e alega não querer viver sob os ditames hipócritas da sociedade burguesa.

Em 1932, Simone se apaixona por uma de suas alunas, Olga Kosakiewicz, apelidada pelo casal de “a pequena russa”. Sartre volta a viver com Simone, agora com Olga, e passam a ser um triângulo amoro, que logo se tornaria um quarteto com a chegada de um aluno de Sartre: Jacques-Laurent Bost.

Esta não seria a última vez que Sartre e Simone vivenciariam a experiência em triângulos e quartetos bissexuais, tanto é que em muitos lugares eles eram proibidos de entrar, visto que à época eram considerados imorais. A vida de Simone ganha outros contornos quando em 1949 é publicado “O segundo sexo”, que resulta em ataques públicos a sua pessoa. Porém, foi também com este livro que ela alcançou sucesso mundial e foi recorde de vendas.

Simone nunca falou publicamente sobre suas relações homossexuais, mas assumiu nos anos 70 ter feito aborto e abraçou a luta pela causa. Muitos biógrafos dizem que passaram por Simone inúmeras alunas, mas que ela nunca falaria sobre isso por considerar a sociedade ainda muito hipócrita.

O fato é que Simone de Beauvoir deixou vários livros fundamentais para o mundo e, em uma época que tanto se discute sobre a mulher, o corpo e de quem realmente somos enquanto sujeito na sociedade, nunca foi tão atual… Na verdade, Simone ainda é provocadora e atual. E é isso que faz dela um gênio.”

Detalhes em: http://dykerama.uol.com.br/src/

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,,,,Temos na Rede RLi entendimento de que Prostituta e Esposa são duas faces da mesma moeda.
,,,,Mas quero expressar algumas opiniões particulares, algumas delas compartilhadas com outras(os) na RLI.
,,,,Primeiramente deixar claro que quando falo de prostituição me refiro a prática de mulheres e homens maiores de 18 anos, não se aplicando a exploração sexual de menores, crime bárbaro que deve ser punido com rigor e sobre tudo prevenido pelos governos e sociedade civil.
,,,,Fico perplexa quando ouço defesa da abolição da prostituição, defesa de sua criminalização, ou demonstração de preconceito a qualquer trabalhadora do sexo, principalmente quando vinda de alguma mulher, muitas dessas ainda auto proclamam-se feministas dizem defender o direito das mulheres, mas presas a um senso moral onde o ideal ainda é inspirado em Maria ainda rechaçam moralmente as mulheres que vivem uma sexualidade de modo onde a quantidade de parceiros não constitui demérito algum. Através de olhares, intrigas, ou discriminações mais explícitas remontam as medievais fogueiras onde (bruxas) as mulheres tidas como ameaças para sociedade eram exterminadas.
,,,,Pode até ser belo imaginar um mundo sem a necessidade da prostituição, tal como imaginá-lo sem a  necessidade da Polícia e tão utópico quanto.
,,,,Em meu mundo ideal, a Polícia não mais existe, porém no mundo atual defendo uma série de investimentos nela e no combate as desigualdades.
,,,,A prostituição é uma atividade indispensável ao nosso modelo de sociedade e as prostitutas mulheres que possuem os mesmos direitos e merecem ser respeitadas como qualquer mulher.

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Marie Claire publicou uma boa reportagem

com Regina Navarro Lins

intitulado “A monogamia já era” (nov/2011).

Os comentários dos leitores foram polarizados.

E um deles queremos comentar aqui:

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“Fantástico!

Essa mulher é realmente

uma puta à frente do seu tempo!”

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Há mulheres (monogâmicas ou não)

que se apropriam da referência de “puta”

por fetiche auto-erótico nas suas atividades sexuais.

Descontado este uso (que não vamos moralizar),

queremos explicar porque não partilhamos desta noção

na nossa imagem de mulher.

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Toda renovação cultural representada pelo século XX no Ocidente não conseguiu abalar na cultura popular os sólidos e milenares preconceitos religiosos e patriarcais acerca da inferioridade da mulher. Nestas sociedades permanece o deus masculino, onde o exemplo de mulher é a virgem Maria. O sexo, pela simples condição de ser livre  (não conjugal), é acompanhado de horror e promessa de castigo celeste para uma religião que se ergue a partir de sua repressão.

Aqui surge o imaginário da mulher que pode ser ou “santa”, “princesa” (assexuada ou sexualmente rígida para dentro do casamento) ou “puta”, “vagabunda” (que não ostenta os símbolos da castidade, da carência, da ignorância sexual e que não está demarcada na monogamia do casamento cristão ou civil que lhe corresponde). Esta visão de moral religiosa permanece até hoje como uma cultura de base para cristãos e mesmo para a maioria dos ateus; para machistas e mesmo para a maioria das feministas.

A reposição desta cultura nas sociedades atuais dará lugar a um novo discurso da inferioridade feminina, se antes sagrada, agora biológica. E é fácil constatar, nesta mesma tradição, que mesmo a maior parte dos feminismos são cuidadosos para que não se contamine na ideia da “nova mulher” o estatuto da liberdade sexual.

Assim… mesmo hoje, a expressão “puta” está na ponta da língua para se estigmatizar a mulher dona de si, que dá para quem ela quiser.

A noção de “puta” é pois uma agressão monogâmica para a mulher autônoma e livre.

Para nós esta possibilidade é básica, um direito elementar: mulheres podem se dar para quem ou quantos homens (ou mulheres) desejarem.

Autonomia e liberdade não faz da mulher uma puta, senão na moral do casamento. E casamento não rima com liberdade.

Autodeterminação afetiva e sexual é uma possibilidade simples, própria de uma mulher livre.

>> Somos, todas(os) nós, Regina Navarro Lins! <<

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com/watch?

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Pergunta:

“A Rede Relações Livres é muito severa com o casamento. Procede?”

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Resposta:

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Sim.

Digamos com todas as letras: lutamos pelo desaparecimento do casamento.

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E isto como um elemento essencial da luta pela emancipação humana. Desde já apontamos na direção de marcos culturais onde se possa viver, enfim, a possibilidade de ruptura ampla com os limites do casamento.

Vivemos assim.

Desde nossa específica perspectiva, não temos pois nenhuma reforma a fazer no casamento. Porque estamos livres dele. “Casar” e “ser livre” é uma contradição nos próprios termos.

Porquê?

  • Primeiro – O casamento é um contrato impossível: sobre sentimentos futuros!

  • Segundo – Este irrazoável compromisso ganha sobrevida por laços de controle social, principalmente por parte dos amigos e da parentela.

  • Terceiro – porque ele não é uma simples possibilidade, uma opção pessoal entre dois interessados, por mera voluntariedade, mas uma imposição da moral sexual repressiva, representando uma hetero-regulação, já naturalizada desde as primeiras fases da infância.

  • Quarto – porque não nos reivindicamos das Tradições Legais que nos fazem pedir autorização ao Estado para organizar nossa vida sexual e afetiva, mas pela auto-organização social da vida afetiva.

  • Quinto – porque não nos reivindicamos de Costumes Religiosos constituidores dos limites repressivos da vida afetiva e sexual, onde viver a sexualidade em liberdade é sinônimo de degradação moral e social. Nos reivindicamos da liberdade sexual e contra a miséria afetiva da qual derivada necessidade do casamento. Para nós vida sexual e afetividade livre, organizada, deve ser sinônimo de saúde, bem-estar, autonomia pessoal.

       Isto não quer dizer que não admiramos e aplaudimos aqueles que dentro do casamento, desafiam-se ao casamento aberto ou a prática do Swing, entre outros acordos possíveis, rompendo com a acomodação, a hipocrisia, o adultério e a redução da dupla moral.

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